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A Tempestade Christine e a Iniciação do Santo Graal



A tempestade Christine não foi apenas um fenómeno meteorológico; foi a marca de uma iniciação. Nesta viagem, somos convidados a observar as pegadas de Seres colossais que atravessaram universos para aqui chegar. Ao longo do caminho, vemos o rasto da sua passagem: pinheiros partidos ao meio como se fossem meros gravetos espalhados pelo chão. É a manifestação de gigantes que desembarcaram das suas naves, tal como Portugal o fez nas suas naus há 500 anos, explorando o mundo e resgatando fontes de conhecimento ancestral para as guardar, com zelo, aqui mesmo, no centro do país.


Este movimento sagrado teve a sua porta de entrada na Praia das Paredes da Vitória, onde o Leão Branco guarda o limiar. O nome da tempestade, kristin, ressoa como um chamamento: "Christ-In", a entrada de Cristo. Com força, resiliência e perseverança, esta energia avançou terra adentro, procurando o centro onde o Graal se esconde.

Nas Paredes da Vitória, os muros não separam; eles protegem o conhecimento. A formação rochosa, que desenha um leão a contemplar o mar, repete-se na pedra esculpida à entrada da praia, confirmando a simbologia deste guardião que não teme a tempestade. Leão que nos livros Sagrados é também referência para Jesus, portador da Energia Crística para esta nova Era.


É uma visão impressionante que nos remete para o cruzamento de planos. Se antes falávamos de mundos paralelos que apenas se roçavam, agora eles começam a contactar verdadeiramente!

A astrologia e as profecias já anunciavam esta união: o Reino dos Céus a descer à Terra.


Mas, para que essa descida se concretize, o inexplicável tem de acontecer. O que parece destrutivo é, na verdade, reconstrutivo. É necessário que muito caia para que algo novo se possa erguer.

Este movimento que atingiu o coração de Portugal, da costa em direcção a Tomar e Dornes, na busca pelo Santo Graal, marcam a abertura invisível de Portais, dando início a um ciclo de grandes transformações que só compreenderemos plenamente no futuro.


Mas há mais...


A tempestade veio das profundezas do Atlântico, da direcção dos Açores, onde a história da Atlântida sobrevive em planos submersos sim, mas em mundos paralelos nos planos mais elevados. Foi de lá que enviaram estes gigantes. É fascinante pensar que, deste mesmo pinhal fustigado pelo vento, saíram outrora as naus que protegeram o Estreito de Ormuz, um nome que hoje volta a ecoar no mundo.


Quando se diz que Portugal será o berço de uma Nova Era Dourada, Crística, talvez ainda não alcancemos a dimensão total desta história.


Que possamos continuar protegidos sob o manto azul: o mesmo azul do oceano de onde partiu a tempestade e o manto de Maria que envolve esta terra. Com Fátima no centro e as diversas "Mães" a vigiar o caminho, em cada casa portuguesa, com certeza.

Quem seguir a força do coração encontrará, inevitavelmente, o caminho até ao Coração de Cristo.


Christ-In.

 
 
 

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